O projeto de percorrer a Carretera Austral sofreu diversas idas e vindas, motivado por problemas diversos. Em sua última versão, eu já estava (novamente) com as passagens de avião compradas para Santiago em janeiro próximo, para onde voaria com o amigo Allan e sua esposa Sônia. Alugaríamos um SUV em Santiago, viajaríamos até Puerto Montt no próprio carro e com ele ingressaríamos na Carretera. Mais uma vez, o destino conspirou contra: uma enorme enchente, seguida de desmoronamentos interrompeu a estrada entre Chaitén e Villa Santa Lúcia, com previsão de reparos muito longa.
Como ainda não me considero 100% recuperado da cirurgia e outras moléstias menores, achei que não era hora de enfrentar mais esta adversidade, ainda mais com a saúde em recuperação, o que proíbe excessos.
Assim, mais uma vez, desisti do projeto, agora sem data ou previsão de retomada, apenas a vontade de um dia poder rodar de moto naquela que é considerada uma das mais belas estradas do planeta. O Allan fará a viagem, ele está em boas condições físicas e, certamente, fará uma viagem de sonho!
Prometo que não voltarei ao assunto "Carretera Austral" até que eu já esteja com um pé por lá! Se é que poderei ir algum dia! Queira Deus que sim!
domingo, 31 de dezembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Projeto Carretera Austral III - O sonho não acabou, apenas se transformou!
Com todas as providências tomadas para a viagem à Carretera Austral em dezembro próximo, um problema repentino e inesperado de saúde acabou me levando a fazer uma cirurgia delicada, que exige repouso de no mínimo 30 dias para uma boa recuperação.
Antes de me internar, comecei a tomar as providências usuais para cancelar a viagem: cancelar passagens aéreas, hotéis, passagens de balsa, seguro-saúde e o aluguel da moto, mas descobri que nada é tão fácil quanto pode parecer, e que a maioria das empresas com que lidamos não são sérias, ou, ao menos, não são corretas, e só tive sucesso no cancelamento dos hotéis em Santiago e Puerto Montt e no cancelamento do seguro-viagem. Os demais criaram dificuldades, negaram o pedido ou simplesmente me ignoraram.
Em uma das noites mal dormidas no hospital, pensei no assunto, clareei as idéias e mudei o rumo das coisas a meu favor. Primeiro, nada de cancelar e desistir do sonho, posso adaptá-lo à minha atual situação! E, pensando bem, ao invés de seguir de moto a partir de Puerto Montt, percorrerei de carro a Carretera, pois desta forma serei menos exigido fisicamente.
Agora, resta-me retomar o projeto e refazer as coisas que havia cancelado, além de providenciar o aluguel de um automóvel.
Cabe registrar que a empresa Patagônia Rider se recusou a devolver os US$ 1.250,00 que eu houvera pago como sinal pelo aluguel, retirada e devolução da moto em Puerto Montt, por mais que eu argumentasse que estava cancelando com grande antecedência e que se tratava de um problema de saúde que fugia à minha vontade. Não entrarei em detalhes, mas não agiram corretamente, e NÃO recomendo a empresa para quem deseja alugar uma moto na Patagônia, como eu; inclusive, já tive notícias de motos alugadas que deram problemas mecânicos e o piloto e a moto tiveram que ser resgatados e voltar mais de 800 km em uma caminhonete, frustrando a viagem. Fica o alerta!
Os 30 dias de "quarentena" se completam em 8 de dezembro, e eu partirei do Rio 2 dias antes, em 6 de dezembro!
Já iniciei as providências! Claro que antes preciso estar bem de saúde e liberado pelo médico, mas estou esperançoso em uma recuperação tranquila e sem problemas.
Darei notícias!
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Rock 60 no Lagoa Bier Fest - Novamente!
Tivemos a oportunidade de novamente fazer um show no Lagoa Bier Fest, um festival ao ar livre às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, onde há diversos food-trucks e quiosques de cerveja artesanal, tudo isso emoldurado pelo Cristo Redentor e pela Lagoa, o que, por si só, dispensa comentários! É uma grande festa a céu aberto, com famílias, casais, singles e muita gente bonita e descolada!
Como da vez anterior, o show foi um sucesso total, da primeira à última música! O público vibrou e cantou conosco o tempo todo! E vamos em frente!
sábado, 21 de outubro de 2017
Projeto Carretera Austral II
Sobre o projeto da viagem, tenho analisado mapas e estudado os povoados e cidades ao longo do percurso (ver postagem de 11/10/2017), para que a ousada viagem apresente o menor grau de improvisação e incerteza possível. Consegui um mapa melhor, que publico abaixo para que os seguidores que costumam me acompanhar à distância durante a viagem possam ter uma idéia do percurso que estarei fazendo e saber onde me encontro no vasto território da Patagônia chilena, que percorrerei em dezembro próximo.
As providências continuam, mas ainda não estou conseguindo reservar a barcaça para a travessia Quellon - Chaitén, creio que só com menos de 1 mês de antecedência é possível fazê-lo, de modo que só me resta aguardar!
Caso consiga reservá-la, percorrerei toda a ilha de Chilloé antes de ingressar na Carretera. Caso contrário, já entrarei na ruta 7 em Puerto Montt, fazendo 3 travessias de barcaça entremeados por trechos em terra firme entre Puerto Montt e Chaitén.
Continuarei atualizando o blog com as novidades.
Já tenho as passagens Rio-Santiago-Rio e Santiago-Puerto Montt-Santiago; Já reservei hotéis (na ida) em Santiago e Puerto Mont; A moto já está reservada para retirada e entrega em Puerto Montt; fiz um seguro de viagem simples (é prudente!) e tenho estudado roteiros e alternativas. Tudo caminhando!
As providências continuam, mas ainda não estou conseguindo reservar a barcaça para a travessia Quellon - Chaitén, creio que só com menos de 1 mês de antecedência é possível fazê-lo, de modo que só me resta aguardar!
Caso consiga reservá-la, percorrerei toda a ilha de Chilloé antes de ingressar na Carretera. Caso contrário, já entrarei na ruta 7 em Puerto Montt, fazendo 3 travessias de barcaça entremeados por trechos em terra firme entre Puerto Montt e Chaitén.
Continuarei atualizando o blog com as novidades.
Já tenho as passagens Rio-Santiago-Rio e Santiago-Puerto Montt-Santiago; Já reservei hotéis (na ida) em Santiago e Puerto Mont; A moto já está reservada para retirada e entrega em Puerto Montt; fiz um seguro de viagem simples (é prudente!) e tenho estudado roteiros e alternativas. Tudo caminhando!
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Monte Verde, MG
Um pequeno passeio a Monte Verde. Pequeno é força de expressão, pois o local dista 570 km do Rio e a viagem costuma levar de 7 a 8 horas, incluindo paradas para abastecimento, café, lanche e almoço.
Da viagem não há muito a dizer: Dutra, Dom Pedro I, Fernão Dias e uma estrada estadual entre Camanducaia e Monte Verde. Ao chegar, a surpresa: cidade com boa estrutura turística, repleta de restaurantes, música ao vivo de boa qualidade (sem sertanejo ou pagode) em todos os locais e alguns esportes radicais ao redor da cidade.
A grande diversão é mesmo comer, há muitos restaurantes com comida boa e muitas lojas de doces e sorvetes. Esbaldei-me com Apffelstrudels e também com um cardápio gastronômico. Nada é barato, é uma cidade turística, mas vale conhecer!
Fiz algumas trilhas a pé em torno da cidade e arrisquei-me fazendo uma trilha de 12 km em um quadriciclo, uma delícia!
Uma gripe me pegou, talvez tenha sido a súbita mudança de temperatura, então retornei para tratar-me e ficar em repouso em casa.
Um passeio agradável!
Da viagem não há muito a dizer: Dutra, Dom Pedro I, Fernão Dias e uma estrada estadual entre Camanducaia e Monte Verde. Ao chegar, a surpresa: cidade com boa estrutura turística, repleta de restaurantes, música ao vivo de boa qualidade (sem sertanejo ou pagode) em todos os locais e alguns esportes radicais ao redor da cidade.
A grande diversão é mesmo comer, há muitos restaurantes com comida boa e muitas lojas de doces e sorvetes. Esbaldei-me com Apffelstrudels e também com um cardápio gastronômico. Nada é barato, é uma cidade turística, mas vale conhecer!
Fiz algumas trilhas a pé em torno da cidade e arrisquei-me fazendo uma trilha de 12 km em um quadriciclo, uma delícia!
Uma gripe me pegou, talvez tenha sido a súbita mudança de temperatura, então retornei para tratar-me e ficar em repouso em casa.
Um passeio agradável!
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Projeto Carretera Austral
Carretera Austral – será desta vez??
Por duas vezes estive pronto para percorrer a Carretera
Austral e tive que adiar os planos: em fevereiro de 2014 o acidente onde
fraturei a perna abortou a viagem, e em fevereiro deste ano cheguei de moto até
Puerto Montt, mas a chuva incessante sem previsão de estiagem para 1 semana
adiante me fez retornar, afinal, o que eu conseguiria ver sob chuva, com frio e
em terreno lamacento?
Vou jogar a última cartada: em dezembro pretendo estar
rodando de moto na Carretera, entre lagos, cachoeiras, montanhas,
fiordes, ilhas e paisagens radicais, mas de maneira um pouco diferente: como já
conheço todo o percurso até Puerto Montt, viajarei até esta cidade de avião. Lá,
alugarei uma moto, percorrerei o trecho que me interessa da Carretera Austral e
voltarei a Puerto Montt para devolver a moto e embarcar de volta para o Rio.
Já comprei as passagens de avião e reservei a moto, uma BMW
F800 GS. Sei que é um risco viajar por aquelas bandas sozinho, mas não consegui
quem topasse dividir esta aventura comigo. Sei que não é fácil encontrar um companheiro, a pessoa tem
que ter a mesma disposição e disponibilidade de tempo e dinheiro. Sendo assim,
irei solo, deixando os colegas que se dizem motociclistas sentados no sofá,
comandando controles remotos de TV! Se eu não for agora, será difícil surgir
outra oportunidade, minha idade já contra-indica uma viagem deste porte e com
este nível de desafio. Sozinho, então, nem pensar!
Mas estou decidido a ir, e já estou providenciando as coisas necessárias
: passagens, moto, hospedagem, travessias de balsa, seguro e uma forma de
conseguir levar todo o aparato para dias de frio e chuva até Puerto Montt,
inclusive o capacete.
Este será o maior desafio em viagens solo que já tive. Partida do Rio prevista para 6 de dezembro
próximo. Darei notícias!
domingo, 8 de outubro de 2017
Rock 60 em Rio Claro!
Rock 60 em Rio Claro: GE, Fernando e Wilson
Nos dias 6 e 7 de outubro (sexta e sábado), a banda Rock 60, da qual eu represento 1/3, se apresentou em Rio Claro, no Brazilian Bar. O local é o melhor espaço da cidade para quem deseja saborear petiscos e comidinhas de primeira e tomar um delicioso chopp artesanal. É também o único bar da cidade que não é um botequim: possui decoração primorosa e um ambiente aconchegante e informal, onde o papo com os amigos entra madrugada a dentro. É também o único local da cidade que oferece música ao vivo de qualidade, com programação variada.
Fizemos dois shows memoráveis, que agradaram em cheio ao público presente. Sucessos dos anos 60 e 70 como Jovem Guarda, Beatles, Credence Clearwater Revival, Herman's Hermits, America, Queen, Rolling Stones, Steppenwolf e muitos outros embalaram as noite de sexta e sábado, nos dois dias a casa lotou! A reação positiva do público nos incentiva a aprimorar a execução e a continuar no caminho musical que escolhemos, resgatando sucessos de uma época mais poética, em que éramos mais inocentes e felizes!
Esperamos voltar!
Brazilian Bar: boa comida, chopp delicioso e ambiente acolhedor!
Nos dias 6 e 7 de outubro (sexta e sábado), a banda Rock 60, da qual eu represento 1/3, se apresentou em Rio Claro, no Brazilian Bar. O local é o melhor espaço da cidade para quem deseja saborear petiscos e comidinhas de primeira e tomar um delicioso chopp artesanal. É também o único bar da cidade que não é um botequim: possui decoração primorosa e um ambiente aconchegante e informal, onde o papo com os amigos entra madrugada a dentro. É também o único local da cidade que oferece música ao vivo de qualidade, com programação variada.
Fizemos dois shows memoráveis, que agradaram em cheio ao público presente. Sucessos dos anos 60 e 70 como Jovem Guarda, Beatles, Credence Clearwater Revival, Herman's Hermits, America, Queen, Rolling Stones, Steppenwolf e muitos outros embalaram as noite de sexta e sábado, nos dois dias a casa lotou! A reação positiva do público nos incentiva a aprimorar a execução e a continuar no caminho musical que escolhemos, resgatando sucessos de uma época mais poética, em que éramos mais inocentes e felizes!
Esperamos voltar!
Brazilian Bar: boa comida, chopp delicioso e ambiente acolhedor!
sábado, 30 de setembro de 2017
Viagem a Assunção - comentário sobre as motos
Uma coisa que eu não poderia deixar passar em branco, é tecer algum comentário ou impressão pessoal sobre as motos ao longo desta viagem que se encerra.
Pegamos temperaturas amenas a quentes no Brasil e muito elevadas nas estradas do Paraguai, acima dos 39ºC, com muito sol. Houve frequentes congestionamentos nas cidades paraguaias (Assunção na entrada e na saída, Ciudad del Este e travessia de algumas cidades), todos sob temperaturas elevadas que demandaram muito das motos, tanto que as ventoinhas de refrigeração praticamente não desligavam). Nos longos congestionamentos, nas planícies quentes, nas acelerações e frenagens e nos trechos em curvas, as três motos foram impecáveis e irrepreensíveis, como era esperado delas.
Não houve nada errado com elas, que cumpriram com louvor esta missão. Só fizemos abastecer e rodar, rodar, rodar... por mais de 3.500 km, com 100% de confiança nas máquinas.
Assim, creio que devemos agradecer aos fabricantes Triumph, Yamaha e Suzuki por terem construído motos robustas, resistentes, confiáveis e confortáveis como os exemplares que utilizamos nesta viagem, que nos permitiram curtir as paisagens e o passeio sem preocupações com o que estava sob nós!
Triumph Explorer, Yamaha Super Ténéré e Suzuki V-Strom
Pegamos temperaturas amenas a quentes no Brasil e muito elevadas nas estradas do Paraguai, acima dos 39ºC, com muito sol. Houve frequentes congestionamentos nas cidades paraguaias (Assunção na entrada e na saída, Ciudad del Este e travessia de algumas cidades), todos sob temperaturas elevadas que demandaram muito das motos, tanto que as ventoinhas de refrigeração praticamente não desligavam). Nos longos congestionamentos, nas planícies quentes, nas acelerações e frenagens e nos trechos em curvas, as três motos foram impecáveis e irrepreensíveis, como era esperado delas.
Não houve nada errado com elas, que cumpriram com louvor esta missão. Só fizemos abastecer e rodar, rodar, rodar... por mais de 3.500 km, com 100% de confiança nas máquinas.
Assim, creio que devemos agradecer aos fabricantes Triumph, Yamaha e Suzuki por terem construído motos robustas, resistentes, confiáveis e confortáveis como os exemplares que utilizamos nesta viagem, que nos permitiram curtir as paisagens e o passeio sem preocupações com o que estava sob nós!
Triumph Explorer, Yamaha Super Ténéré e Suzuki V-Strom
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Viagem a Assunção - 10º dia - Santos a Rio Claro
Ricardo e Lígia acordaram cedo para preparar um café para mim e para me escoltar de moto até a saída da cidade, que é grande e um pouco complicada para quem não conhece.
A acolhida e os mimos dos anfitriões fizeram a passagem por Santos valer toda a viagem, não sei se um dia poderei retribuir à altura, eles foram maravilhosos e me trataram como um rei!
Após me despedir de Ricardo e Lígia, entrei na Anchieta, em seguida peguei a Imigrantes e subi a serra em direção a São Paulo, por uma das maiores obras rodoviárias do Brasil.
Entrei no Rodoanel, depois Trabalhadores/Carvalho Pinto e cheguei à Dutra em Taubaté. Viagem calma, dia de céu azul; apesar do calor, o percurso total de 420 km foi muito tranqüilo, sem stress ou sustos. Às 11:30 h parei para almoçar em Roseira, 100 km adiante parei novamente para tomar Ovomaltine em Floriano (faço isto sempre!) e às 14:30 h estava chegando ao meu refúgio, em Rio Claro.
Ótimo dia de viagem! Como sempre, lavei a roupa suja, desfiz a bagagem e lavei a moto. Agora, é planejar e esperar a próxima!
Devo um agradecimento ao Ricardo e ao Espin que foram companheiros de todos os momentos nesta aventura, e também à Lígia, que só conhecia de nome através do Ricardo, mas que se mostrou uma pessoa maravilhosa e única, fazendo tudo para me agradar, ao mesmo tempo que me acolheu e sua casa e me dispensou um tratamento vip!
A viagem foi um sucesso, e a integração entre os membros da expedição foi perfeita!
Que venham outras!
--------Fim da viagem-------
--------Fim da viagem-------
9º dia - Santos, Guarujá e arredores
Terça-feira, 26 de setembro de 2017
9º dia – Santos, Guarujá e arredores
Pela manhã, aguardamos o Espin chegar ao apartamento do
Ricardo e saímos todos de moto para fazer um tour pelo Guarujá. Atravessamos a
balsa e fomos parando em todas as praias para que eu as conhecesse: Guaíuba,
Tombo, Pitangueiras, Enseada e outras. O local é privilegiado, as praias são
belíssimas e o mar bem azul. Fomos também ao apartamento que o Ricardo possui
no Guarujá, de onde se tem uma bela vista de parte da cidade e locais vizinhos.
Este passeio durou a manhã toda.
Retornamos, também pela balsa, para Santos, e fomos saborear
o mesmo almoço da véspera (que o Espin houvera perdido!), preparado pela Lígia
para a nossa chegada. Não sei se era o apetite pelo passeio de moto, mas achei ainda melhor!
Travessia na balsa para GuarujáPraia de Gaiúba
Praia do Tombo
Ponta da Galheta
Edifício Solaris - triplex "presente" da OAS a Lula
Passamos a tarde toda no apartamento, conversando e tocando
algumas músicas no piano e no violão, não sentimos o tempo passar, ainda mais
com a vista do mar em frente. Já anoitecendo, o Espin foi embora.
À noite, ainda fomos, eu, Ricardo e Lígia, de moto, a um bar
onde o pessoal do motoclube do Ricardo, o Road Clan, se reúne. Conheci alguns
membros, conversamos sobre motos e viagens, tomamos cervejas e retornamos por volta
das 23 h. Um dia intenso, mas agradável! Dormi de cansaço!
terça-feira, 26 de setembro de 2017
8º dia - Curitiba a Santos
Ricardo estudou o mapa de Curitiba pelo celular na véspera à noite, e nos conduziu do centro da cidade até a BR-116 com segurança e sem errar o caminho. Em 10 minutos já estávamos no contorno sul, apesar de ser uma segunda-feira. A saída do hotel foi às 7:40 h.
Seguimos pela Régis Bittencourt (BR-116) com boa velocidade, a estrada estava com temperatura agradável e vazia. Nosso destino do dia era Santos, onde a Lígia, esposa do Ricardo, nos aguardava com um almoço digno de deuses!
Fizemos apenas uma parada, no Graal Petropen, para abastecer e tomar café.
Na rodovia Régis Bittencourt
Parada para abastecimento e café
Após a cidade de Registro, saímos da Régis e entramos na SP-55 (rodovia Pe. Manoel da Nóbrega), que nos conduziria até a baixada Santista. Rodovia com velocidade limitada a 80 km/h com muitos radares, o que tornou o trecho mais lento. Essa estrada passa por Peruíbe e Praia Grande.
Às 13:30 h chegamos a Santos. Atravessamos a ponte pênsil e o Espin seguiu seu caminho; Ricardo e eu fizemos um pequeno tour pelas praias e subimos até o mirante no topo da ilha Porchat, de onde se tem uma vista maravilhosa das praias, de São Vicente e de parte de Santos e sua baía. Local muito bonito!
Chegando em Santos
Seguimos pela praia até a casa do Ricardo, onde fomos recebidos com uma muqueca capixaba de peixe com camarões gigantes, com direito a entradas, bebidas e sobremesas, tudo caprichosamente preparado pela Lígia, que nos aguardava.
Um brinde à chegada e ao sucesso da viagem!
Almoço digno de deuses!
Por do sol visto da janela do apartamento de Ricardo e Lígia
O Espin teve um problema e não pôde vir almoçar conosco, foi uma pena, ele não poderá imaginar o que perdeu.
Haviam preparado uma quarto para mim, e fiquei hospedado como um rei na casa do Ricardo e Lígia!
À noite, após muita conversa, saímos para uma caminhada agradável pela orla, de cerca de 5 km. A cidade é muito bonita e agradável, e, isto associado à hospitalidade dos meus anfitriões, tornou a visita a Santos o ponto alto da viagem!
Caminhada noturna pela orla de Santos
Seguimos pela Régis Bittencourt (BR-116) com boa velocidade, a estrada estava com temperatura agradável e vazia. Nosso destino do dia era Santos, onde a Lígia, esposa do Ricardo, nos aguardava com um almoço digno de deuses!
Fizemos apenas uma parada, no Graal Petropen, para abastecer e tomar café.
Na rodovia Régis Bittencourt
Parada para abastecimento e café
Após a cidade de Registro, saímos da Régis e entramos na SP-55 (rodovia Pe. Manoel da Nóbrega), que nos conduziria até a baixada Santista. Rodovia com velocidade limitada a 80 km/h com muitos radares, o que tornou o trecho mais lento. Essa estrada passa por Peruíbe e Praia Grande.
Às 13:30 h chegamos a Santos. Atravessamos a ponte pênsil e o Espin seguiu seu caminho; Ricardo e eu fizemos um pequeno tour pelas praias e subimos até o mirante no topo da ilha Porchat, de onde se tem uma vista maravilhosa das praias, de São Vicente e de parte de Santos e sua baía. Local muito bonito!
Chegando em Santos
Seguimos pela praia até a casa do Ricardo, onde fomos recebidos com uma muqueca capixaba de peixe com camarões gigantes, com direito a entradas, bebidas e sobremesas, tudo caprichosamente preparado pela Lígia, que nos aguardava.
Um brinde à chegada e ao sucesso da viagem!
Almoço digno de deuses!
Por do sol visto da janela do apartamento de Ricardo e Lígia
O Espin teve um problema e não pôde vir almoçar conosco, foi uma pena, ele não poderá imaginar o que perdeu.
Haviam preparado uma quarto para mim, e fiquei hospedado como um rei na casa do Ricardo e Lígia!
À noite, após muita conversa, saímos para uma caminhada agradável pela orla, de cerca de 5 km. A cidade é muito bonita e agradável, e, isto associado à hospitalidade dos meus anfitriões, tornou a visita a Santos o ponto alto da viagem!
Caminhada noturna pela orla de Santos
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