segunda-feira, 13 de junho de 2016

Vencendo as cordilheiras: Cuzco

12 de junho  de 1952 - domingo (8º dia)

Saímos às 7:30 h de Puerto Maldonado. Aceleramos bem até Santa Rosa, em asfalto perfeito em meio à selva peruana, com boa velocidade, pois o trecho é quase todo reto e plano, apenas com muitos quebra-molas. A travessia das pequenas cidades é caótica, mas isto não diminuiu nosso ritmo.
Após Santa Rosa começa o trecho em subida e com muitas curvas. Passamos por San Lorenzo e Mazuco, parando em Quincemil para tomar um café. Aproveitamos e brindamos ao meu aniversário, com xícaras de um café local.


                                  Um brinde em Quincemil

Após Quincemil, a subida torna-se mais acentuada e com curvas mais fechadas, até chegarmos a Marcapata, a 3.150 msnm. Queríamos almoçar em Marcapata, já eram 15 h, as as opções eram pavorosas e com péssimo aspecto, então optamos por comprar biscoitos e latas de sardinhas para enganar a fome. Fizemos uma "farofada" na plaza de Armas, a principal (e única!) da cidade.




                                           Igreja de Marcapata, na plaza de Armas

                                            Farofada em Marcapata, a mais de 3.000 msnm

Após Marcapata a subida é mais radical, as curvas mais fechadas e o ar vai ficando rarefeito, até atingirmos 4.725 m de altituda, quando a estradsa começa a  descer; passamos por Urcos e chegamos a Cuzco às 19:00h, em meio a um trânsito infernal. Demoramos um pouco a achar o hotel, mas tudo deu certo.




Pilotamos por 12 horas em grandes altitudes, todos chegamos muito cansados, com dor de cabeça e tontos devido à altitude.
Foi um dia intenso e cansativo, que exigiu muito de nós, mas chegamos felizes! O cenário é simplesmente maravilhoso, imponente e de uma beleza rústica incomparável.
Após um banho, saímos para jantar, quando elevamos mais um brinde ao meu aniversário passado na estrada, mais especificamente nas cordilheiras e sobre uma moto. Difícil ser melhor!
Feliz 12 de junho! Benvindos a Cuzco!

13 de junho de 2016 - Segunda feira

Pela primeira vez senti a altitude: acordei às 4:00 h com uma tremenda dor de cabeça e meio zonzo. Tomei analgésico, mas custei a conseguir dormir novamente, tamanha a dor de cabeça. Pela manhã já estava melhor.
O dia de hoje foi dedicado ao roteiro turístico básico de Cuzco: Coricancha, Saqsaywaman, Puca Pucará, Qenko e algumas andanças pela cidade, terminando com um café na plaza de Armas, em frente à imponente Catedral.



                                   Puca Pucara





                                            Saqsaywaman

                                  Carlos, André, Marcelo, GE, Ivan e Fernando

                                  Plaza de Armas de Cuzco: Marcelo, Carlos, Fernando, GE e Ivan.

                                 Capuccino: Ivan, GE, Fernando, Carlos, André e Marcelo 

                                 Companhia de Jesus

                                Coricancha

sábado, 11 de junho de 2016

Cheguei ao Peru! (7ºdia)

Acordei às 4 h e não consegui mais dormir. Fiz hora, arrumei a bagagem e fui tomar café em uma padaria, pois o hotel não o oferecia. Depois de amarrar tudo na moto, parti às 7:15 h de Senador Guiomard em direção a Assis Brasil, fronteira com o Peru. Alguns quilômetros adiante fui parado pela Polícia Rodoviária Estadual em uma rodovia federal (BR-317 - Estrada do Pacífico). Um pouco estranho, examinaram meus documentos, fizeram algumas perguntas e fui liberado para seguir viagem.
                                 Às vezes o asfalto desaparece!


A estrada não está boa, apresenta buracos e até trechos sem asfalto. Depois de rodar pouco mais de 200 km, cheguei a Brasiléia, e decidi entrar na cidade para rever o Carlinhos, que na nossa viagem a Machu Pichu de 2007 consertou a moto do Thiago num domingo, ajudando-nos quando realmente precisamos. Ele foi um anjo salvador!
Fiquei emocionado ao adentrar a cidade de Brasiléia. e mais ainda ao encontrar o Carlinhos, que já está no seu segundo mandato de vereador e sairá candidato a vice-prefeito. Ele se lembrava de nós, da moto e até dos detalhes daquele dois dias angustiantes para nós. Tiramos fotos juntos, conversamos e troquei o óleo da moto. Fiquei muito feliz ao reencontrá-lo!
                                  Com Carlinhos do Pelado, em Brasiléia - grande reencontro!

                                           Troca do óleo

Mais 110 km e cheguei a Assis Brasil, cidade fronteiriça com o Peru. Enquanto almoçava, conheci um grupo de motoqueiros que iriam para o Peru através de uma agência, com motos alugadas, guia e carro de apoio. Conversamos, e resolvi seguir junto com eles, porém preocupado em parecer um intruso no grupo.
Perdemos muito tempo com a burocracia peruana de fronteira, cerca de 3 horas, e aproveitamos para ir conversando, contando nossos causos! Fomos liberados às 16 h para ingressar com as motos no Peru, e tocamos em direção a Puerto Maldonado, situada a 242 km da fronteira. A estrada é um tapete, nenhum buraco, porém com muitos animais na pista e incontáveis quebra-molas nas áreas urbanas que atravessa.
                                           

                                             Aduana peruana

                                                Ivan, GE, Fernando, André, Carlos e Marcelo

                                           Motos na aduana peruana

Anoiteceu, mas não havia onde e como parar, chegamos em Puerto Maldonado às 19 h, após uma pilotagem tensa durante uma hora e meia à noite,  com muitos perigos na pista.
Hospedei-me no mesmo hotel que eles e jantamos juntos. Amanhã partiremos cedo para Cuzco, quando cruzaremos a cordilheira dos Andes.
Os novos amigos são Carlos (GS 800), Ivan (Transalp) e Marcelo (GS 800). Há também os dois representantes da empresa, Fernando e André, todos gente muito boa, que me acolheram no grupo.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Ariquemes (RO) a Senador Guiomard (AC) - 6º dia


Saí de Ariquemes às 8:15 h; estava a 200 km de Porto Velho, que foram vencidos sem dificuldades. Perde-se algum tempo para cruzar a cidade, devido à velocidade reduzida e à grande quantidade de sinais, radares, pardais e quebra-molas, coisas do nosso Brasil!
Em um abastecimento, conheci Carlos e Lene, casal que viaja com duas BMW G 650 GS, cada um pilotando a sua moto. Achei aquilo muito bacana, eles viajam pelo Brasil e pela América do Sul dessa forma. Conversamos bastante e viajamos juntos por 1 hora, até pararmos no “Castelinho”, um restaurante às margens da BR-364 que é um ponto de encontro de motoqueiros. Aproveitei e almocei por lá, conhecendo vários motociclistas que, como Carlos e Lene, iam para um encontro de motos em Guajará-Mirim. Despedimo-nos, eles me deram um adesivo. Fiquei muito bem impressionado com eles e com a maneira como gostam de motos e estradas. Ambos!
                                  Com Carlos e Lene, no "Castelinho", na BR-364 - RO

Segui o meu caminho; próximo a Abunã, atravessei o rio Madeira (não existe ponte), perdendo cerca de 1 hora entre espera e travessia, e continuei rodando, queria chegar ao menos a Rio Branco no dia de hoje.
                                 Travessia do rio Madeira, de balsa

A estrada piorou terrivelmente depois de Vista Alegre do Abunã, os buracos tornaram-se maiores e mais frequentes, estava difícil manter uma velocidade boa sem arriscar cair em uma daquelas crateras e rasgar um pneu ou, em uma pior hipótese, levar um tombo.
Entrei no estado do Acre, mas a estrada apenas melhorou, com alguns buracos fechados com barro, o que é uma solução paliativa efêmera. A BR-364 necessita de uma intervenção urgente!
                                 Ingressando do Acre, a última divisa de estados

Já chegando a Rio Branco, a capital do estado, tomei a estrada para Senador Guiomard, uma cidade pequena onde seria mais fácil circular e conseguir hotel. Hospedei-me em uma espelunca de segunda categoria, sem café da manhã, internet, ou qualquer outra amenidade. Nem espelho no banheiro tem! Era o que havia! Para piorar também não havia água quente, tive que tomar banho frio em um banheiro sem cortina e sem tapete também! E pelo mesmo preço do hotel de ontem em Ariquemes, que era uma maravilha e oferecia tudo! Vida de aventureiro!

                                 Praça de Alimentação de Senador Guiomard (AC)

                                 Hotel Paraíso, um verdadeiro inferno!

Saí para jantar, mas todas as opções são iguais: rabada no tucupi com camarão, sanduíches ou tacacá, na “Praça de Alimentação” central da cidade. Comi um tacacá e um hamburger e me dei por satisfeito!
A moto tem cumprido sua missão com louvor! Até agora, só fiz colocar gasolina (e cada gasolina suspeita!) e andar. Ela é perfeita para grandes viagens, roda,roda,roda e nada quebra ou afrouxa! Conforto, potência e segurança ela oferece de sobra. O fato de não ter corrente também faz toda a diferença, pois lubrificação, manutenção e preocupação acabam!


quinta-feira, 9 de junho de 2016

5º dia - Comodoro (MT) a Ariquemes (RO)

Pela manhã muita neblina e temperatura de 17ºC em Comodoro às 8:15 h, quando peguei a estrada; havia uma névoa úmida que encharcava tudo. 100 km depois, estava na divisa MT/RO, quando conheci Heros, o Padre, que voltava de um encontro em Cacoal com destino a Cuiabá junto com sua esposa em uma Honda Varadero. Conversamos no acostamento e trocamos telefones, eles moram em Cuiabá.
                                           Heros, "o Padre" e esposa

                                 Divisa de estados MT/RO - "Portal da Amazônia"

Em Vilhena, primeira cidade de Rondônia, a temperatura era de 18ºC, bem amena.
A partir de Vilhena, a estrada ficou péssima, com defeitos, imperfeições, remendos e muitos buracos. Era necessário muito cuidado para não cair em um buraco e amassar uma roda ou rasgar um pneu. Andar atrás dos caminhões (a maioria bi-trens) era pior, pois de repente o buraco aparecia e eu caia nele. Os caminhões, em ambas as pistas, andavam ziguezagueando para driblar as crateras, e o perigo, obviamente, era enorme.
Assim fui rodando; parei para almoçar em Pimenta Bueno e fui seguindo com cuidado, mas a estrada não melhorava! Às vezes aparecia um trecho bom e eu acelerava, e, de repente... mais buracos! Desanimador saber que terei que percorrer este mesmo caminho na volta!
                                           Poucos postos...
                                            ... e quando aparecem têm este aspecto!

                                Entardecer na estrada: enfim, um dia sem chuva!
                             


Às 18 h parei em Ariquemes (RO) para pernoitar. Consegui um ótimo hotel, novíssimo, excelente e bem baratinho, por R$ 60,00 a diária, uma pechincha considerando o padrão das instalações e o que ele oferece.
Estou a 200 km de Porto Velho, a capital do estado.


                                 Cair da noite em Ariquemes (RO)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Mais dois dias de estradas... e chuvas! Chapadão do Sul-Cuiabá-Comodoro

7 de junho de 2016 - Terça feira

Chapadão do Sul a Cuiabá

Às 7 h, quando levantei,  caiu muita chuva, não pude nem amarrar a bagagem na moto. Tomei café e esperei por uma estiada.
Tive uma noite péssima, levantei 4 vezes para colocar remédio no nariz e senti muito frio, acho que tive febre. Pensei em retornar, afinal, de que adianta viajar doente ou se sentindo mal? Nada terá graça e ficarei limitado. Finalmente, a chuva cedeu um pouco e parti às 9:30 h. Mal saí de Chapadão do Sul, a chuva veio forte, com temperatura de 14 graus. Passei por Costa Rica sob chuva e segui em direção a Alcinópolis, para depois tomar a estrada que leva a Coxim, na BR-163. 

O asfalto acabou, havia um trecho de pouco mais de 20 km de terra, o que, com chuva, é sinônimo de lama e perigo de tombos. Eu estava sozinho e não passou nenhum carro pela estrada. A moto, apesar de grande e pesada, é incrível: venceu bem o trecho enlameado, apesar dos pneus inadequados para este tipo de piso. Levei mais de uma hora para percorrer os 20 km, não dava para passar de 30 km/, e às vezes era necessário andar em 1ª marcha com os pés no chão, para não cair. Muito tenso, mas acabou bem!
Quando o asfalto voltou, andei forte, apesar da chuva e das pistas molhadas, até chegar na BR-163, na altura de Coxim.
                                 Pura lama por mais de 20 km!


Segui até Rondonópolis e entrei na BR-364, que percorrerei até o Acre, é a única ligação do Oeste com o resto do país. O trecho Rondonópolis até Cuiabá não merece comentários. Já falei sobre ele em postagens de viagens anteriores; apesar de algumas duplicações, continua sendo um dos piores trechos de estrada do Brasil. Não vou me alongar nos comentários, quem quiser saber, percorra-o! São cerca de 200 km de puro horror!
Anoiteceu por volta das 18 h e baixou uma neblina espessa e úmida, que reduziu a visibilidade a quase zero. Continuei com cuidado, até que apareceu um hotel na beira da estrada, a 70 km antes de Cuiabá, na localidade de Águas Quentes. Parei e hospedei-me, chega de chuva e frio por hoje! Frio em Cuiabá?!!! Até isso eu peguei, na estrada faziam 17 graus quando parei no hotel.

Espero amanhã acordar mais bem disposto!
                                 A neblina baixando, ao anoitecer.

8 de junho de 2016 - Quarta-feira

Cuiabá a Comodoro(MS)

                                 Saindo do hotel em Águas Quentes, a 70 km de Cuiabá

Saí do hotel com muita neblina, garoa e temperatura de 18ºC. Percorri o trecho que faltava entre Rondonópolis e Cuiabá (70 km) em jejum, pois o hotel nem café tinha. Em um momento, quando a chuva forte se aproximava, parei para colocar as polainas. O acostamento tinha um inclinação tal que a moto ficou quase na vertical quando colocada no descanso. O deslocamento de ar de um caminhão que passou ao lado a derrubou! Nem tentei levantá-la, não conseguiria mesmo, são 300 kg! Um caminhoneiro parou e me ajudou a levantá-la. Rendo meus profundos agradecimentos a esse homem anônimo, que me ajudou no exato momento em que precisei. Ainda existem pessoas boas e interessadas em ajudar o próximo!
O contorno de Cuiabá é também horrível, mesmo sem entrar na cidade, levei 40 min para percorrer cerca de 12 km, e olhem que eu estava de moto! Só vendo e passando lá para entender!
Após Cuiabá, entra-se em um outro mundo: estrada boa e vazia, dá para andar bem e tentar recuperar o tempo perdido nos últimos 220 km a partir de Rondonópolis.
Parei em Cáceres para almoçar no restaurante do mesmo hotel onde já me hospedei por duas vezes. Em seguida, procurei uma loja de motos e comprei um par de luvas, pois houvera esquecido as minhas, não me perguntem como! As que comprei não são lá grande coisa, mas é melhor do que não tê-las!
Continuei andando bem em estradas vazias, parando apenas para abastecer. Há poucos postos, a maioria faliu, e  quase nenhum remanescente tem bandeira. A moto bebeu coisas horríveis, mas não reclamou!
                                 Estrada vazia após Cuiabá

                                 Acidente com interdição da estrada, a 18 km de Comodoro

Ninguém conhece a Triumph por aqui, e ela faz sucesso onde para. Perguntam se é Honda, perguntam a marca, etc. Até o momento, com 4 dias completos de viagem, não cruzei com nenhum aventureiro de moto. A maioria gosta de coisas mais fáceis e glamurosas, poucos têm a coragem de fazer uma viagem como esta. Sozinho, então, nem pensar! Por isso estou só!
Às 18 h (hora de Brasília) parei em Comodoro (MT), onde pernoitarei. Consegui um hotel razoável, espero descansar e me recuperar da gripe que está me consumindo há dias.
Saí para comer uma pizza, e o frio me incomodou, apesar de eu estar usando uma camisa de manga comprida e um casaco de moleton por cima. Não sei qual era a temperatura, mas eu arriscaria dizer que deve estar em torno de 17 graus. Quase na amazônia e o frio ainda me persegue?!!
                                             Hotel em Comodoro (MT)

Fico com a impressão de que esta viagem está exigindo mais de mim do que outras semelhantes que já fiz, e as grandes dificuldades sequer começaram! Não sei se são as chuvas diárias, o fato de eu estar muito gripado ou mesmo se a idade já começa a me pesar nos ombros, mas sinto-me enfrentando desafios, quando eles ainda estão por vir!

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Araraquara a Chapadão do Céu (MS) - 2º dia

Pela manhã, ainda no hotel em Araraquara, vi pela TV os estragos causados pela chuva de ontem. Três cidades por onde passei foram bastante afetadas pela tempestade: Jarinu, Campinas e São Carlos. Houve alagamentos, vendavais e muita destruição, até caminhões tombaram com a força do vento. Graças a Deus passei incólume ao largo dessas tragédias.
Estava me sentindo "derrubado", com sintomas de gripe, congestionado e com a garganta doendo, o que me fez ir até o centro da cidade antes de partir para procurar uma farmácia e comprar alguns medicamentos. Acabei saindo da farmácia, no centro, às 8:45 h.
As botas estavam molhadas por dentro devido à chuva do dia anterior, mas segui viagem assim mesmo.
Passei por S.J. Rio Preto, Votuporanga, Fernandópolis e Jales, entre outras. Em Fernandópolis almocei em um shopping center e retirei as botas, calçando os tênis sem meias, pois meus pés pareciam pés de defunto, de tão brancos e enrugados devido à umidade das botas.
                                                    Tênis sem meias e botas secando na moto

Atravessei a ponte rodo-ferroviária sobre o rio Paraná na divisa SP/MS e continuei em frente, no estado de Mato Grosso do Sul.
                        Ao fundo o rio Paraná. A ponte que o atravessa na divisa SP/MS tem 3,8 km de extensão

Entrei em Aparecida do Taboado e comprei um novo par de botas em uma fábrica. Ah, que alívio! Um calçado seco!
As estradas em MS, ao contrário das rodovias paulistas, estão em péssimo estado de conservação, e são todas em ´pista simples. Fui rodando, até que às 17:45 h cheguei a Chapadão do Sul, a capital agrícola do estado, cidade que escolhi para pernoitar.
Hospedei-me, saí para jantar e comprei mais remédios, estou bastante combalido e congestionado.
Tudo o que não preciso é ficar gripado ou doente agora!
Já rodei 1212 km desde ontem, quando saí de Rio Claro. Hoje, foram 640 km.
                                           Fábrica de botas em Aparecida do Taboado

                                                        Ainda em SP, entre S.J. Rio Preto e a divisa SP/MS