terça-feira, 15 de maio de 2018

Capitólio


Viagem a Capitólio realizada entre 11 e 14 de maio de 2018

Já estávamos há algum tempo desejando fazer uma viagem para conhecer Capitólio (MG). Finalmente concretizamos nossos planos. O local possui poucas opções de acomodações, há que se reservar com boa antecedência ou então viajar em um período de baixa temporada.
Do Rio partiram Sylvio (Boulevard 800), Marcos “Talhadeira” (HD Dyna) e o casal Alcir/Jorgete, estes últimos de carro, devido a uma recente operação no tornozelo do Alcir, que o impediu de ir de moto.
Eu parti de Rio Claro com a XT 660R e o Hélcio saiu de Curvelo (MG) com sua GS 800.
O Galvão deveria ter vindo conosco, mas está internado tratando de alguns problemas de saúde e, infelizmente, não pôde estar junto, mas sua esposa Renata enviava diariamente notícias que eram um verdadeiro boletim médico do colega hospitalizado. Desejamos que na próxima viagem ele possa estar dividindo a estrada com o grupo, trazendo sua alegria e seu talento para a cozinha!
Sylvio, Talhadeira e Alcir/Jorgete encontraram-se no primeiro pedágio da BR040 e seguiram viagem em grupo misto (carro + motos), via Barbacena e São João Del Rei. Parti de Rio Claro às 6:30 h com muita neblina que só se dissipou a partir de Itatiaia. Escolhi o caminho pela serra da Mantiqueira (BR354), que é um colírio para os olhos e uma delícia para a alma. Encontrei-me com a turma que partiu do Rio em Perdões, às margens da rodovia Fernão Dias, e de lá seguimos até Formiga, onde encontramos com o Hélcio. Tudo deu certo, inclusive os horários previstos para os encontros.

                                   Encontro em Perdões

De Formiga até Capitólio seguimos todos juntos. Descobrimos que nossa pousada não ficava na cidade, mas sim a 30 km da mesma, e para lá nos dirigimos. Era uma boa pousada, com equipe atenciosa, boas instalações e boa comida. Tinha diversas piscinas, inclusive uma aquecida, sauna, ofurô e atracadouro próprio às margens do rio Turvo.
                                            Motos na pousada
                                 Pousada e seu ancoradouro

No primeiro dia, após a chegada (levamos 12 horas de viagem) e antes do jantar, ainda fomos à piscina aquecida. Após o jantar, alguma conversa e o merecido descanso!
No segundo dia (um sábado), fizemos um passeio que durou quase 4 horas pelo lago de Furnas, visitando cânions, cachoeiras e diversos locais para tomar banho, sempre de lancha. Por fim, paramos em um bar flutuante onde servem algumas cervejas artesanais e petiscos. Retornamos ao hotel e ficamos à beira da piscina tomando vinho e espumantes e comendo queijos e salame. Uma tarde agradável. À noite, jantamos no restaurante do hotel, e, mais uma vez, nos recolhemos para o merecido e necessário descanso.








                                 Bar flutuante

No terceiro dia (domingo) fizemos um grande passeio de 4x4 por caminhos intransitáveis, visitando diversas cachoeiras, rios, poços e pontos de interesse, terminando na chamada “pedreira”, uma instalação desativada que deixou como legado uma montanha de entulho formada por quartzito (pedra de São Tomé) e uma grande poço de águas azuis-esverdeadas, localizado em um ponto muito alto, de onde se avista parte do lago de Furnas e alguns de seus cânions. Ótimo passeio, o Alcir locomoveu-se com suas muletas, inclusive passando em trilhas e sobre pedras e rios! Cabe ressaltar que ambos os passeios, tanto o de lancha do dia anterior como o de 4x4 deste domingo, foram guiados e conduzidos pelo proprietário da pousada, que dirigiu tanto a lancha como o SUV, além de expor e falar sobre a história do local e sobre as atrações que visitamos. Muito bom! Ao chegar de volta à pousada, os companheiros de viagem ainda foram até a cidade de Capitólio para comprar queijos, mas eu não quis ir, nada havia de interessante a ser visto, e eu já houvera comprado queijos durante a viagem de ida, em uma lojinha na estrada. Jantamos todos juntos e programamos o retorno para o dia seguinte. Decidimos voltar pela serra da Mantiqueira, através da BR354, o mesmo caminho que eu fizera na ida.
                                  Cachoeira Fecho da Serra







Na segunda-feira (4º dia), tomamos café e conseguimos partir às 9:00 h. Seguimos sem muita pressa, a estrada estava vazia e a temperatura apresentava-se amena, ótima para viajar de moto. Em Formiga o Hélcio deixou o grupo e seguiu para Sete Lagoas. Passamos por Perdões, onde fizemos uma parada para almoço em um Graal, já na Fernão Dias. Mais adiante, passamos por Três Corações e Cambuquira, entrando na BR267. Seguindo em frente, passa-se por Caxambu e o caminho é a BR354, com excelente asfalto e visuais deslumbrantes da serra da Mantiqueira. A estrada, toda em serra, é longa e extremamente sinuosa, não permite velocidades acima de 60 km/h. No topo pegamos um pouco de neblina e frio, mas suportamos bem e chegamos à Dutra na altura de Engenheiro Passos. Fizemos uma parada na Cantina Ovomaltine, como é de praxe para mim! Já era noite, 18:00 h; abastecemos e seguimos para percorrer o último trecho de uma viagem que foi muito boa e tranqüila. O Alcir seguiu seu caminho separado de nós, pois estava de carro e o trânsito da Dutra não permitiria andarmos juntos, e nós três entramos na Dutra já com a noite mostrando sua escuridão. Em Barra Mansa, deixei o grupo e segui pela RJ155 até o meu refúgio em Rio Claro, onde cheguei às 19:10 h. O Hélcio já havia chegado em casa, então aguardei o contato dos demais membros da viagem. Às 20:30 h chegaram mensagens dizendo que todos chegaram bem ao aconchego de seus lares! 
Mais uma viagem leve, prazerosa e agradável. O companheirismo e a amizade que rolou entre todos do grupo fecharam com sucesso o passeio!

                                   Viagem de volta
                                 

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Música no intervalo!

                                  Rock 60: Wilson, Fernando e GE - Verdadeiros Dinossauros do rock!

Entre a chegada de uma viagem e a partida de outra, a atividade que mais me dá prazer (além de andar de moto) é estar envolvido com a música, seja gravando, compondo, fazendo arranjos ou tocando ao vivo. Desta vez não foi diferente: além das gravações no estúdio terem ganhado um impulso, alguns shows ao vivo da banda Rock 60 me trouxeram muita satisfação.
Nos dias 6 e 7 de abril fizemos dois shows memoráveis no Brazilian Bar, em Rio Claro.
Ambiente bacana, gente bonita, comidinhas e bebidas da melhor qualidade, bom atendimento por parte dos proprietários e muito rock dos anos 60!
No segundo dia de show (sábado) tivemos a participação especial do amigo Dal, músico e vereador em Rio Claro, que fez bonito com seu sax alto nas músicas nacionais. Uma festa!
A platéia vibrou e cantou conosco, difícil foi conseguir encerrar os shows, que terminaram ao som de Satisfaction e Born to be wild. Não poderia ser melhor!
Alguns momentos capturados:






                                 Participação do amigo Dal no saxofone, no 2º dia de show.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Argentina 2018 - 0s carros

Como um apreciador de carros antigos, não poderia deixar passar a oportunidade de registrar diversos carros antigos, em sua maioria de origem européia, que ainda circulam pelas cidades e estradas argentinas.
A maioria já se encontra em avançado estado de degradação, mas é bastante comum cruzar com eles nas estradas e nas ruas das cidades, transportando pessoas, carga, animais ou o que for necessário. Alguns sofreram transformações e metamorfoses para poder continuar circulando ou mesmo para se adaptar às condições que o trabalho impõe.
Famílias inteiras viajando a bordo de Renault 12 (o mais comum) ou Falcon eram bastante vistas nas estradas.
Muitos autos não pude fotografar, pois cruzava com eles nas rodovias ou ruas, sem chances de parar, sacar a máquina fotográfica e registrá-los.
São veículos resistentes, apesar da frágil aparência, que resistiram aos tempos difíceis da recessão e da ditadura e continuam fazendo bonito, servindo a seus proprietários e mostrando que ainda podem ser úteis.
Os mais encontrados:
Renault 12, Peugeot 504, Ford Falcon (das décadas de 50, 60 e 70), Citroën 2CV e 3CV, Renault 4L, Fiat (diversos modelos), Fiat 500 e Citroën Ami 6. Encontrei apenas 3 fuscas! Em viagens anteriores encontrei alguns DKW, a maioria com a mecânica adulterada, mas desta vez não vi sequer um exemplar. Outro que desapareceu foi o Peugeot 404, um clássico dos anos 60.
Seguem algumas fotos: