Viajei a São Paulo com o objetivo de visitar o salão e ficar por dentro dos últimos lançamentos e tendências do mercado motociclístico e de acessórios.
A coisa mais marcante era a organização: eram esperados 240 mil visitantes, e, em momento algum houve filas ou tumultos. Muitas bilheterias, tudo sinalizado e organizado, banheiros decentes e muitas pessoas para orientar e ajudar no que fosse necessário. Um esquema profissional e uma visita
Todas as marcas importantes estavam presentes, inclusive me surpreendi com o stand da Suzuki, bem montado e com grande variedade de modelos, incluindo motos e scooters das marcas Kymco e Haojuhe.
Não estavam representadas as marcas BMW e Ducati, mas pareceu-me que sua ausência não foi tão sentida, em função das inúmeras novidades presentes. Afinal, são motos de nicho, caras e destinadas a um público restrito.
Logo na entrada, o stand da Yamaha era um cartão de visitas e uma amostra do que iríamos ver. Parece que a marca dos 3 diapasões acordou e tenta recuperar o tempo (e o mercado) perdido frente às suas concorrentes, principalmente as japonesas, com muitos modelos e lançamentos. Já na Triumph, além da linha de motos comercializada no Brasil, havia palestras sobre dicas de pilotagem e outros assuntos, uma exposição bem estruturada e bonita.
XRE 300 Adventure
Andei bastante, conversei com expositores de algumas marcas e alguns produtos e saí satisfeito. Um destaque foi o lançamento de uma linha de motos clássicas da Royal Enfield de 650 cm3 e 2 cilindros. Outra coisa que também chamava a atenção era um número crescente de motos e scooters elétricos, das mais diversas marcas e nacionalidades, com destaque para os asiáticos. Até motos de fabricação turca havia!
Algumas fotos ilustram o que acabo de relatar, sem a pretensão de cobrir o evento!